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Estreia 25 de Junho de 2020

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Classes de Teatro
2019/20

Inicio a 19 de Outubro de 2019

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ESTE

15 anos - em exposição

A arte do encontro, da presença e do desdobramento

11 de Outubro a 15 de Dezembro

EsTe
Estação Teatral

Na génese da Estação Teatral, em 2004, está a complementaridade de dois impulsos motores que, em sinergia, desembocam na compatibilidade entre (1) a pesquisa de uma IDEIA DE TEATRO, num movimento sem fronteiras, e (2) o diálogo em cumplicidade com a COMUNIDADE do seu contexto: a Beira Interior.

Se por um lado o percurso já consolidado de Nuno Pino Custódio via na concretização de uma estrutura as condições adequadas para uma intervenção assente em projectos, buscando outra acuidade com uma sistematização de práticas e saberes em equipa (ao invés do compromisso mais circunstancial relativo às suas criações), por outro, havia um colectivo de profissionais que identificava a premência de um PROJECTO que dotasse uma região isolada com acções consequentes e que transcendessem a natureza de “companhia de reportório” ou de “sala de espectáculos”.

“Mãe preta”, primeira criação, inscreve já todo um ADN que se repercute até hoje, ora nos ensinamentos de ferramentas do antigo, como a MÁSCARA, ora na inspiração em teatros tradicionais/populares, como a manipulação de marionetas, ora ainda na dimensão de um TEATRO TOTAL dada pela prática dos contadores de histórias, ora, finalmente, pela perspectiva que faz imanar a arte da ENCENAÇÃO como o centro da escrita, numa autonomia proporcionada por uma DRAMATURGIA DO VER onde texto escrito é contemporâneo do ensaio.

Também porque uma peça se desenvolve a partir de diálogos encetados com públicos específicos, ao mesmo tempo em que se busca um relacionamento “por camadas” junto de espectadores com tipificações sociais e culturais distintas, como foi o caso do projecto-piloto “Uma história para continuar...” que trabalhou com toda a comunidade escolar do Concelho do Fundão ao longo de quase quinze anos e imanou versões para a programação principal.

No regresso ao ANTIGO, está o relançamento de um teatro HODIERNO, reintrepretando estruturas, fora desse circuito fechado onde a prática é não raro a “tradição de uma tradição”. Peças como “Pax Romana” (2006), “A verdadeira história da Tomada do Carvalhal” (2007), “Cozinheiros” (2009), “Volfrâmio” (2011), “A entrada do rei” (2014) ou “Terra sonâmbula” (2015) inscreveram-se justamente em princípios éticos/estéticos que não apenas desembocaram numa corrente de público muito expressiva mas consolidaram uma rede de itinerância pelo território nacional, hoje, património inestimável que alarga o futuro. COMPANHIA DE PROJECTOS que imanam objectos próprios, numa relação VER-FAZER em continua progressão, as formas de contacto foram sempre transversais.

Fosse o Festival TeatroAgosto ou os Ciclos Dramatúrgicos ou o contacto com as escolas e as suas próprias “Classes”.A ESTE já actuou em Espanha, Alemanha, Cabo Verde e Brasil, frequentemente complementando os trabalhos com oficinas em torno da metodologia no campo da formação do actor que vem desenvolvendo. Não descurando a Região Autónoma dos Açores. Medalha de Mérito Cultural pelo edil da sua cidade em 2013.

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Algumas das nossas criações.

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